Com essa turma eu trilhei o início da minha jornada como designer! Acho importante mostrá-los pois muitos dos trabalhos que apresento aqui, também foram desafios e vitórias de cada um dos meus colegas. Essa é uma coletânea dos trabalhos que mais me fizeram vibrar, confere aqui embaixo:
Meu primeiro trabalho como designer foi uma identidade visual profissional e meu cartão de visitas!
O cartaz deveria responder a pergunta: o que é design para você.
Logo que comecei a cursar Design Gráfico, trabalhava de office boy em uma empresa de informática e um dos clientes era a Consmec Engenharia, o prédio suntuoso com três pontas imponentes sempre me chamou atenção e em um dos exercícios da faculdade recriei uma identidade visual como sugestão. Arrumando o portfólio em 2023 resolvi criar uma releitura da versão de 2013.
Em um trabalho da faculdade que nos provocava a criar um layout com alguma mensagem motivacional, viral, etc e com elementos da pop art. Não deixei o café de fora, é óbvio!
Bem ou mal um dos pintores mais falados na época de 2013 era Romero Britto com suas obras extravagantes e personalidade polêmica. O camaleão é o símbolo do curso de design gráfico da Unifafibe e o exercício foi se inspirar no estilo de algum artista para criar uma obra nova.
Num jogo de palavras entre uma piada de mau gosto e as questões relacionadas a oposição entre tradição e o conservadorismo e as pautas identitárias. Uma estratégia de marketing arriscada para se aproximar de um público mais jovem que consome café. Foi atividade de alguma matéria relacionada a propagandas disruptivas.
Esse profissional fazia o trabalho de animador de arena há anos em rodeios na região do interior de São Paulo e Minas Gerais. No primeiro estágio da faculdade recebi a missão de criar uma identidade visual que trouxesse o profissionalismo que ele desejava.
Tivemos uma experiência breve com design de rótulos, embalagens e produtos na faculdade, esse rótulo e o conceito da marca fictícia foi o resultado de uma dessas oficinas.
Esse trabalho consistiu em criar duas versões da capa de algum livro de nossa preferência. Uma primeira opção mais moderna, abstrata e uma segunda versão mais conservadora e sóbria.
Um dos trabalhos principais e interdisciplinares foi a elaboração completa de uma revista sob tema livre com ênfase no conhecimento adquirido sobre tipografia, hifenização, espaçamento, grids, etc. O resultado da revista completa você confere ao lado!
Olha o café aí de novo! Nesse caso em uma mistura com o rei da selva! A proposta era criar uma identidade visual para algum projeto na área de audiovisual e elaborar o conceito.
Foram quase dois anos estudando na Universidade Federal do Sul da Bahia e apesar de não ter concluído na época me rendeu belíssimas experiências e alguns trabalhos que me tocaram e que foram bem avaliados pelos docentes.
Fizemos uma instalação com lixo espalhado por toda a sala, a ambientação de um barulho alto de caminhões de lixo manobrando além da representação visual da quantidade de lixo produzida por um cidadão médio comum e nosso boneco de lixo, inspirado em uma arte de rua de um artista estrangeiro. Caso queira assistir um breve vídeo da instalação é só clicar no botão abaixo.
No contexto da pandemia do COVID-19, confinados em casa, tivemos algumas iniciativas dos professores para propor novos contextos dentro das artes que permitissem interações previamente conhecidas sem que houvesse contato físico, isto é, como criar uma comunidade musical colaborativa em um contexto de pandemia.
Disso nasceu a COLAB-19, você pode conferir mais detalhes sobre esse trabalho e os seus resultados clicando nos botões abaixo.
Em mais um dos movimentos interdisciplinares que aconteceram dentro da UFSB, esse mini documentário sobre os processos dentro de um componente (matéria) de saúde e a relação com os saberes e práticas tradicionais ilustra de forma didática como se deram esses processos e seus resultados. Toda a edição, esquema visual, sonorização, etc foram feitas por mim.